| Na Xina Lua - Grupo de Teatro da Escola Secundária de Tondela |
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2011/2012
The Grandfathers
de Rory Mullarkey
“547 dias, a Patria chamou-te e tu vieste (…) Vocês não escolheram estar aqui,
mas agora nunca se vão esquecer que esta e a vossa vida”.
Sargento Tol
Uma história sobre um grupo de jovens que se vê obrigado a cumprir o serviço militar.
Inicialmente estamos num cenário de guerra, e entre tiros e explosões um dos jovens é atingido. A partir daí cada uma das personagens, vai recuando no tempo, revelando-nos os momentos mais marcantes da sua vivência durante o serviço militar.
Assim, ao longo da peça, acompanhamos estes jovens nesta dura transformação de "bébés" a "avós" (Grandfathers) – designações que o exército britânico utiliza para diferenciar os iniciados dos mais experientes – num treino que os transformará em máquinas de guerra.
Apesar de, em Portugal e no Reino Unido, o serviço militar obrigatório ter terminado, continua a haver adolescentes por todo o mundo a serem mobilizados para as forças armadas. Com este texto, não podemos ficar indiferentes à mortandade causada pelas guerras, à inocência, à juventude e vida roubada aos adolescentes que por todo o mundo vivem esta situação.
Sobre o autor
Rory Mullarkey é licenciado pela Universidade de Cambridge em Russo, Latim e Ucraniano. Também estudou na Academia Estatal de Artes Teatrais em São Petersburgo, tendo vivido a maior parte de 2008 no Quirguistão, na Ásia Central.É tradutor de teatro russo, tendo colaborado com o ADC Theatre de Cambridge, o Royal Court de Londres e o Teatro Livre da Bielorrússia.
Entre as suas peças contam-se: Single Sex (Royal Exchange), Remembrance Day (Royal Court), Tourism (Headlong) e Come To Where I’m From (Paines Plough).
Em 2010 foi escritor residente no Royal Court, e está actualmente em residência no Royal Exchange Theatre, Manchester.
Sobre o projeto
Desde 2007 que o Na Xina Lua (Grupo de Teatro da Escola Secundária de Tondela) participa no Projeto PANOS – palcos novos, palavras novas. Um projeto da Culturgest que alia o teatro escolar/juvenil às novas dramaturgias, inspirando-se no programa Connections do National Theatre de Londres. Todos os anos há peças novas escritas de propósito para serem representadas por grupos escolares ou de teatro juvenil.
A participação do grupo neste projeto será marcada pela peça "The Grandfathers" de Rory Mullarkey.
Ficha Técnica
Texto: Rory Mullarkey
Tradução: Ana Mendes
Encenação: Sandra Santos
Assistência de encenação: João Almiro
Desenho de luz: Paulo Neto
Interpretação: Beatriz Silva; Daniel Nunes; Diana Chen;
Gustavo Marques; Joana Neves; Jorge Martins;
Luís Henriques; Luís Sacras; Mariana Santos; Marta Adão
Cartaz: João Silva
Fotografia: Carlos Teles
Apoio à produção: Trigo limpo teatro ACERT
Agradecimentos: ACERT – Associação Cultural e Recreativa
de Tondela, ACRE – Associação Cultural e Recreativa da
Ermida, Blackmedia, Ex-Na Xina Lua, Foto RAF, e Regimento
de Infantaria 14.
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2010/2011
Filhos de Assassinos
de Katori Hall
Apresentação ao júri da Culturgest: ensaio com público
Quarta-feira, 6 de abril, 15:30 h
Auditório 2 ACERT - entrada livre
Estreia: Quinta-feira, 5 de maio, 21:45 h
Outros espetáculos: Quartas-feiras, 11, 18 e 25 de maio, 15:30
Auditório 2 ACERT - entrada 2 €
 Mais um espetáculo a marcar a carreira brilhante deste projeto que, ano após ano, surpreende pela qualidade das suas produções.
O presidente do Ruanda está a libertar os assassinos. Anos depois do genocídio tutsi, os perpetradores começam a regressar ao campo a conta-gotas, de volta às suas aldeias. Três amigos – nascidos durante o rescaldo sangrento do massacre – preparam-se para conhecer os homens que lhes deram vida. Mas à medida que o dia do regresso se aproxima, os rapazes são assombrados pelos crimes dos seus pais. Quem nos podemos tornar quando a violência é a nossa herança?
O espetáculo baseia-se num texto de Katori Hall, dramaturga e performer americana que conquistou o Prémio Olivier 2010 (na categoria de Melhor Peça Nova) com a obra The Mountaintop, sobre a última noite the Martin Luther King.
Este novo projeto de Na Xina Lua assinala mais uma participação do colectivo no Projeto “Panos (Palcos Novos, Palavras Novas)”, da Culturgest, direcionado para grupos de teatro escolar/juvenil. Aberta à comunidade escolar desde 2000, esta “equipa” de estudantes e professores tem realizado – com o apoio da ACERT– vários espetáculos para o público em geral, numa vertente de teatro comunitário.
Ficha Técnica
Texto – Katori Hall / Tradução – Francisco Frazão / Encenação – Gil Rodrigues / Atores – Jorge Martins, Marta Adão, Diana Pinheiro, Gustavo Marques, Diana Chen, Joana Neves, Madalena Coimbra, Luís Henriques, Luís Sacras, Vanessa Alta, Vanessa Baixa, Lia Bruno, Cláudio Sousa, André Sousa, Filipa Rei / Assistentes – Tiago Pereira, Salomé Coimbra, Sofia Coimbra / Cartaz – João Silva / Apoio à produção – ACERT /
Espectáculo integrado no projeto Panos da Culturgest |
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| 2009/2010
Cenofobia
de André e. Teodósio
E porque isto é tudo um JOGO. Um quebra-cabeças.
Um Do It Yourself para adolescentes.
CENOFOBIA de André e. Teodósio marca mais uma participação do grupo de teatro Na Xina Lua da Escola Secundária de Tondela no Projecto PANOS da Culturgest. De acordo com o autor, este é "um texto (em construção) que pretende ser o oposto radical de um texto tipicamente teatral onde a linearidade impera".
CENOFOBIA, segundo o autor, "consiste num grupo de pessoas que tem de fazer alguma coisa para alguém. Por mais cruel que seja esta verdade do teatro (quantas vezes queremos ficar deitadinhos na cama a ouvir a chuva na rua em vez de ir fazer espectáculos), ela é a condição revolucionária desta arte. Temos de fazer alguma coisa. E para alguém, porque senão a coisa toma conta de nós (o que é um paradoxo, uma vez que se sentimos que temos de fazer alguma coisa, é porque há já alguma coisa a exigir-nos que façamos alguma coisa para que a tal coisa não nos coisifique!). Complexo? Lá está, é um jogo. E porque isto é tudo um JOGO, só vos peço que não encarem este texto como um texto típico de teatro. E que tipo de jogo será, perguntarão? Hm. Um quebra-cabeças!"
O escritor propôs-nos um " Do It Yourself para adolescentes" e nós escolhemos as cenas A, 1, 3, 7 e B. Mantivemos esta sequência (ou talvez não) porque não houve tempo para pensar noutra. Não incluímos os flashback. Não nos dava jeito. Aproveitámos algumas didascálias e outras esquecemo-nos completamente.
Os actores escolheram o texto que queriam dizer e inventaram texto. E assim falam deles. Trouxeram de casa a roupa para se vestirem ou pediram aos amigos. Se os actores tiverem que estudar para os testes ou exames, podem até nem estar em palco, podem ser público, podem ser assistentes de encenação, podem só chegar no fim do espectáculo.
Os Andrés e as Andreias diferenciam-se em palco pelo que dizem e pelo que fazem. Às vezes não se diferenciam. Reproduzem os mesmos gestos, os mesmos movimentos, concordam uns com os outros. Às vezes zangam-se, assustam-se uns aos outros. Ocupam o palco da ACERT desde Setembro como quem ocupa a casa de um amigo quando os pais não estão. Mas não querem estar ali. Manifestam-se. Querem ser invisíveis. Revoltam-se contra o/s ANDRÉ/s. Reivindicam. Têm "Rei (na) acção". São Reis na acção.
Mas, "quando no final gritam incessantemente «Fechem a cortina», mal imaginam que acabaram de se transformar neles, que foram engolidos pelo sistema".
Ficha Técnica
Andrés e Andreias
Cokas Henriques/ André: o ser que não sabe o que é o mundo, quer dizer, sabe, mas só do seu próprio mundo. Não sabe o que está a fazer, não tem controlo sobre si próprio.
Diana Chen/ Andreia: finge-se rapaz mas é uma rapariga, convencida, não gosta de estar na mesma situação durante muito tempo.
Daniel Figueiredo/ André: o tolinho, o sonhador, é aquele que quer tudo e não tem nada. O André somos todos e não é ninguém.
Diana Pinheira/ Andreia: a cara-metade de Diana, tola, descontrolada, convencida, pensa que toda a gente olha para ela.
Filipa Rei/ Andreia: tem ideias avariadas, tudo lhe parece confuso.
Gustavo Marques /André: o multifacetado, sabichão, cheio de curiosidade, tem medo do teatro, faz-se passar por outras personagens.
Joana Neves/ Andreia: gosta de implicar.
Jorge Martins/ André: o sonhador nato, é aquele que quer tudo e não quer nada. Toca tudo e não toca nada.
Lia Bruno/ Andreia: a atrevida, a teimosa. Gosta de expressar a sua opinião. Gosta do André. É a estrela de dois tempos, e, futuramente, será coroada pelo seu ( in)sucesso.
Madalena / Andreia: a tola, tem medo do teatro e não sabe o que quer.
Marta Adão/ Andreia gosta de dar nas vistas.
Vanessa Alta/ Andreia: maluca, infantil, nostálgica, gosta de ser invisível, sempre que pode foge de cena. É completamente snobfoba.
Vanessa Baixa/ Andreia: passa a vida a brincar e a pensar nas grandes questões da vida, não usa metáforas, é pragmática.
Sabi Carmelo/ Andreia: burra que nem uma porta, mas é mais inteligente que o Einstein, é assim uma coisa abstracta que se adapta a mim, é tipo contol-freak. Às vezes nem está no palco.
Luís Sacras/André: não tem humor fixo, pode estar bem-disposto e logo a seguir ficar de mau humor, não sabe o que anda a fazer neste mundo, tem um mundo próprio.
Sophia Coimbra/Andreia: louca, maldosa, que passa uma imagem de pessoa respeitável. Na verdade, o seu objectivo é tornar-vos loucos como todos nós.
Tiago Pereira / André: Talvez venha.
ANDRÉ – Ninguém o vê. É a criatura invisível. Está lá, ou não. É o ídolo dos Andrés e Andreias, mas…não gostam dele. É tirano, é sociopata. ANDRÉ é:
Gil Rodrigues (Encenação)
Paulo Neto (Luminoténia e desenho de Luzes)
The Art of Noise, a time for fear (música)
João Silva (Cartaz)
Rui Ribeiro, Paraíba (objectos cenográficos)
CarlosTeles (Fotografia)
Outros ANDRÉs
João Almiro, Teresa Guedes, os ex-NAXINALUA, as Estagiárias da ACERT (colaboradores e apoiantes)
ACERT, Escola Secundária de Tondela, Câmara de Tondela (colaboradores e apoiantes) |
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| 2008/2009
Refuga
de Abi Morgan
Uma peça onde “pequenos” grandes actores visitam sonhos e países perdidos…
Kodjo tem 14 anos mas ninguém acredita nele. Ara vem de Bagdad e ainda ouve as bombas à noite. Chang consegue dar mortais para trás e a sua aldeia natal, na China, conta mais de mil anos. Todos têm o seu passado, os seus segredos.
A mãe de Chang morreu num camião a caminho do Reino Unido – uma terra de promessas que, em vez de lhes abrir os braços, simplesmente não os quer. Órfãos em Londres, são agora a única família uns dos outros.
Kodjo é o rapaz que acabou de chegar. Juntos, contam a sua história. Uma infância perdida, árvores altas e um assassínio em movimento, o trauma da guerra e da morte da sua família, um assassínio cometido por uma criança que toda a gente diz que é um homem. Ninguém acredita nele; é apenas mais um entre os menores desacompanhados que chegam à cidade e se vêem sozinhos nas suas ruas, revivendo as memórias desordenadas do seu percurso de vida.
Na génese desta peça está um sentido de compromisso com a defesa dos Direitos Humanos e dos Direitos das Crianças, bem como a vontade de denunciar a realidade cruel e actual que assombra um país europeu, onde jovens abandonados têm de se tornar adultos antes do tempo. Um trabalho que marca uma nova participação do colectivo no Projecto “PANOS (Palcos Novos, Palavras Novas)”, da Culturgest, direccionado para grupos de teatro escolar/juvenil.
O espectáculo tem também um grande significado para os jovens actores que, alimentados pela vontade de superar os seus próprios limites, aguardam ansiosamente o momento de pisar o palco. Tal como a Vanessa, que antecipa as emoções: “O meu estômago contorce-se, as minhas pernas tremem e o nervosismo está a aumentar. Torço para que esteja à altura deste novo desafio”.
Actores: Guida, Cadu Barros, Diogo, Manel, Samanta, Salomé, Sofia, Filipa,
Madalena, Vanessa, Marta, Lia, Bruna, Dannyel, Daniela, Anita
Encenação/Assistência: Gil Rodrigues/João Almiro
Cartaz: João Silva
Figurinos e Adereços: Danny
Técnicos: Paulo Neto, Cajó
Banda Sonora Original: Gustavo Dinis
Fotografia: Carlos Teles
Multimédia: Rui Sérgio
Apoios: Toda a equipa da ACERT, Câmara Municipal de Tondela, Ex-Membros do
Grupo “Na Xina Lua”
Agradecimentos especiais: João Luís Oliva e Pompeu José |
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| 2007/2008
Fim de Linha
de Letizia Russo
Retomámos o percurso do ano passado, inscrevemo-nos no Projecto Panos. Desta vez, escolhemos o texto "Fim de Linha" de Letizia Russo.
Letizia Russo é uma jovem escritora italiana, vencedora de vários prémios com o texto "Tromba di Cani". Foi escritora-residente nos Artistas Unidos, em Portugal em 2004 e 2005 com o apoio da Fundação Gulbenkian. "Os animais Domésticos", outro texto de Letizia Russo, foi encenado por Jorge Silva Melo em 2005.
"Fim de Linha" (Binario Morto) já estreou em Julho de 2006 no Royal National Teatre em Londres, no Festival Shell Connections, com um grupo de jovens de uma escola inglesa e, em Portugal os Artistas Unidos realizaram uma leitura deste texto, no Festival de Almada em 2004.
O poder. Quem tem poder? Como se exerce o poder? Como pode um poder destituir outro poder!
Quem tem poder é quem (co)manda? É quem dá tudo o que gostaríamos de ter para ser felizes. Ser feliz. Obedecer e fingir. Ser feliz. Fingir. Fingir que somos livres e diferentes, que podemos decidir…decidir fazer coisas às escondidas?!
Sirius vive numa colina, é sempre seguido de perto pelo seu fiel amigo Spyrus, que o ensinou a jogar e lhe ensina palavras. Sirius é o chefe de uma comunidade de jovens, sabe tudo e vê tudo. É deus. É um déspota. Impõe o ritual da festa, chicoteia, bate, obriga à confissão: "contem-me as vossas confidências e os vossos segredos". A comunidade aceita a autoridade. Cada um ama esta autoridade à sua maneira. Um outro grupo, fora desta comunidade, dois jovens, Kris e Kent, chumbaram na escola, partem em viagem. Só Kent sabe para onde vai e por que vai.
Na Xina Lua, o grupo de teatro da Escola Secundária de Tondela, cheio de energia, enfrenta desafios. São eles os responsáveis pela organização do grupo, pelos ensaios, pelas propostas de encenação, são eles com a sua determinação e criatividade que orientam o jogo com o João e a Gil (professores da Escola, responsáveis pelo projecto Na Xina Lua).
E o grupo cresce, vieram mais alunos e ex-alunos da escola para o cartaz, para os figurinos, para os adereços. Temos o apoio da Câmara Municipal de Tondela e, claro está, contamos com o apoio incomensurável de toda a equipa da ACERT.
O nosso projecto não pode parar! Os “Xininhas”, embriões do projecto Na Xina Lua, trilham e experimentam novos caminhos de forma a renovar e consolidar a actividade de enriquecimento curricular da Escola Secundária de Tondela para o próximo ano lectivo. |
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| 2006/2007
Auto do Branco de Neve, Gino/Ginette
de Armando Silva de Carvalho
Integrado no Projecto PANOS (Palcos Novos, Palavras Novas) da Culturgest NA XINA LUA grupo de teatro da Escola Secundária de Tondela, apresentou a sua terceira produção: Auto do Branco de Neve, Gino/Ginette de Armando Silva de Carvalho.
O projecto PANOS inspira-se em Connections, projecto do National Theatre de Londres, para grupos de teatro escolar/juvenil. A produção da nossa escola acabou por ser seleccionada para o festival de encerramento, tendo sido apresentada com enorme êxito no Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa, no dia 26 de Maio de 2007.
Dos três textos escritos neste âmbito, escolhemos “Auto do Branco de Neve- Gino/Ginette” de Armando Silva Carvalho. O texto dramático é baseado na história de Gisberta, transsexual assassinada no Porto por um grupo de jovens, em Fevereiro 2006, há pouco mais de um ano.
Gino/Ginette, nascido Gino, é a história de alguém que nasce rapaz, mas que se sente e se comporta como rapariga, por isso busca tratamento cirúrgico. Anseia adaptar a sua aparência ao seu sexo psicológico, procura o caminho que lhe traz maior felicidade. Como transsexual, vive o auge “Amada. Desejada. Cortejada.” O tempo passa, o corpo definha-se, Gino/Ginette não quer estar só e os que encontra, os que quer amar, maltratam-na, agridem-na até à …
Este processo de pesquisa teatral conduz-nos à descoberta, à aceitação da diferença e à não discriminação de uma pessoa que apenas quer ser ela mesma. Descobrir o feminino e o masculino em si próprio e no outro. Querer olhar para dentro de cada um e para o outro. Aprender a observar o que nos rodeia.
Na Xina Lua, um grupo de jovens com vontade para assumir este desafio de interpretar personagens em busca de uma orientação sexual. |
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